Águas tranquilizam em palavras que não bastam
Um peso nos braços,
sendo talvez as maldades que carrego nos traços ,
Ventos e tempestades do tempo
afastam-me de você,
que não ...
Nunca me pertenceu
Noites de raios e trovões
meu coração acelera
sonhos ou pesadelos ?
Espelhos
Sou a jangada nas águas refletidas
em minhas mãos.
As asas das borboletas
permitem o voo das ilusões
Pousa a borboleta na lua de
São Jorge
descobrindo
anseios e lembranças sepultadas
lá, do sul.
Sabedoria intuitiva
me leva para o Norte
aos olhos azuis
fluindo as águas inconscientes
nos mares das águas quentes
nutrimento minha mente
nas telas das ilusões
Sou jangadeiro nas asas
da borboleta
navegando assim ...
talvez, sem jeito.
- M Venicius Carvalheiro
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