Caminho pelas ruas sem rumo, sem sentido, sem destino.
Vejo o horizonte a cor da minha própria alma, que me guia nas sombras do amor desconhecido.
Nada temo nos sentimentos da ilusão que a terra me condiciona a viver.
Com a garrafa na mão, tomo um gole da bebida ardente, para tirar da minha mente a mulher que nunca existiu.
Vou ao inferno da minha consciência, tramar pensamentos eróticos para sobreviver na minha solidão.
Mas, as belas mulheres do inferno, fazem que me acalme com suas carícias mal intencionadas.
Mulheres bruxas que nos prendem, com suas seduções do inferno.
Viver eu não sei, a realidade ou a ilusão, do momento das perturbações humanas.
A exitação da minha alma me faz duvidar dos caminhos que deveria seguir... o céu ou o inferno.
Não sei mais quem sou ou quem é a minha alma.
A ilusão nos cerca todos os dias, aonde estivermos, quem sou neste planeta impuro?
Não quero acordar para ver a própria realidade.
Não sei se vou viver para a eternidade,
sábado, 2 de outubro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Sem palavras és um anjo
Renascer não é um erro morrer, não significa morte O medo ? Valente Homem Hoje é aquele momento Permita-me ver Kaô Ogum Yê Vem m...
-
Buscamos heroicamente os pedaços das vidas não vividas, nas vivencias já quebradas, do jeito que quebrou um vaso raro. Posso perdoar ...
-
Águas tranquilizam em palavras que não bastam Um peso nos braços, sendo talvez as maldades que carrego nos traços , Ventos e tempestade...
-
Renascer não é um erro morrer, não significa morte O medo ? Valente Homem Hoje é aquele momento Permita-me ver Kaô Ogum Yê Vem m...

Nenhum comentário:
Postar um comentário