Olvida, alma querida, a irritação!
Quando a contrariedade te avassala,
Recolhe-te na paz da consciência!
Não penses em revide ou correção,
E se a injúria te enlaça, pára e cala
Ouvindo a exortação da paciência!
A própria Natureza nos ensina,
Em singelas lições clara e puras,
Os valores sem par da tolerância!
Entendamos sua voz doce e divina,
Que fala de bondade às criaturas,
Com exemplos sutis em abundância.
Olha o pássaro fraco e pequenino,
Que constrói o seu lar de paz e amor,
Não se revolta com nenhum espinho...
Que é harmonia suave de louvor
Ao Pai que tudo veste de carinho!
Observa a humildade abnegação da rosa:
Não reclama, não grita, não se abala
Se a arrancam brutalmente da morada,
Mas sorri e se mostra mais formosa
Perfumando o recanto de uma sala
Ou no buquê à moça enamorada!
(para refletirmos sobre as razões das nossas vidas, que vai além da nossa imaginação).
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