terça-feira, 21 de junho de 2016

AUTOESTIMA

Quando o mal pensa interromper as minhas alegrias,
dou enormes gargalhadas e digo:
não há mal quem eu não possa brincar,
" que mal, que nada " . . .
pois não existe mal que perdure na face do tempo.

Entre triângulos e olhares no vazio,
em  nada, com nada percorro além do horizonte,
dos tempos distantes.
Alma bendita, na vista de um bairro alto,
esconde mentiras perdidas nos passos de salto alto.

Nas madrugas das sextas - feiras,
sem lâmpadas nas calçadas,
corre o compasso no espaço, em suas linhas distorcidas,
nas bases escorrem as águas das cumbucas quebradas,
que água que nada,
vinho batizado nas ilusões das perdidas madrugadas.

Vizinhos espreitam a sua chegada.


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